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		<title>Crise Financeira Grega</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 17:26:25 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi aprovado, recentemente, pelo parlamento grego o pacote que, supostamente, tiraria a Grécia da mais grave crise financeira europeia desde a criação da zona do euro, em 2002. Entre outras coisas, o pacote envolve políticas fiscais muito duras, como a redução do salário dos funcionários públicos, diminuição dos quadros da função pública, privatizações, aumento de impostos, diminuição dos gastos militares, entre outras coisas. O principal objetivo de tais reformas é de diminuir a dívida pública grega, avaliada em cerca de US$ 421 bilhões (300 bilhões de euros), o que equivale a mais de 150% do PIB do país. A previsão do déficit fiscal da Grécia para 2011 é de 12% do PIB, muito acima do limite de 3% imposto pelas regras macroeconômicas da UE.</p>
<p>A aprovação do pacote de reformas é uma condição imposta pela UE e pelo FMI para que o governo grego receba uma ajuda financeira suplementar, de cerca de 110 bilhões de euros (US$ 160 bilhões), a fim sanar suas contas públicas. A questão é se as reformas e a ajuda financeira permitirão que a Grécia saia da crise.</p>
<p>No editorial de sua edição do dia 25 de junho, a revista britânica <em>The Economist </em>questiona a eficiência deste empréstimo, que será cedido pelo recém criado Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM, na sigla em inglês), o qual substitui o antigo Fundo Europeu de Estabilidade Financeira. Segundo o periódico britânico, a Grécia tem três alternativas. A primeira delas seria pôr em prática as reformas e receber a ajuda financeira. O problema desta medida é que o custo político e social é muito alto. A segunda alternativa seria declarar a moratória, o que poderia irradiar a crise para outros países endividados da UE, como Irlanda, Portugal, Espanha e mesmo Itália. Uma terceira alternativa seria reestruturar a dívida. O presidente Francês, Nicolas Sarkozy, declarou recentemente que grandes bancos franceses poderiam arrolar a dívida grega. Esta terceira alternativa, se bem coordenada, poderia ser uma solução mais eficiente e racional para a situação grega atual.</p>
<p>Em um artigo publicado recentemente no <em>Financial Times</em>, o editor desse jornal, Martin Wolf, formula o que poderíamos chamar de dilema da zona do euro. Com a implementação da moeda única europeia, os países europeus perderam sua autonomia em termos de política monetária e cambial. Por outro lado, tais países mantiveram sua autonomia com relação à política fiscal. Esta situação acabou gerando incoerência entre políticas macroeconômicas comunitárias e nacionais. Wolf ressalta que, para resolver a crise, a UE europeia se encontra diante do seguinte dilema: ou desintegra-se a zona do euro, ou aprofunda-se a zona, através da criação de mecanismos que harmonizem e coordenem as políticas fiscais dos países membros do bloco. O problema é que a UE encontra-se, atualmente, em um momento de imobilidade política para tomar grandes decisões.</p>
<p>Uma outra discussão que ocorre atualmente é sobre uma possível saída – ou exclusão – da Grécia da zona do euro. Esta medida seria simplesmente catastrófica para a Grécia, pois sua dívida está indexada ao euro, e uma eventual volta ao dracma (antiga moeda grega) aumentaria exponencialmente o valor de sua dívida.</p>
<p>A situação atual da Grécia assemelha-se à situação da Argentina em 2001/2002. Contrariamente ao país helênico, o governo argentino decidiu negociar a reestruturação da dívida. O custo econômico desta medida foi alto, tendo em vista que a Argentina foi excluída do circuito financeiro internacional. A grande diferença no caso da Grécia é que ela não tem moeda própria, o que diminui substancialmente sua capacidade de negociação, sem contar que o impacto que uma decisão como esta poderia exercer no resto da zona do euro. Resta saber se os benefícios destas reformas compensarão o custo social imposto aos cidadãos gregos.</p>
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		<title>O Brasil e a Reforma do Conselho de Segurança: Um Debate entre Amorim e Castañeda</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 22:13:13 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerca de duas semanas a revista americana <em>Foreign Policy</em> publicou dois artigos sobre a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU). O primeiro, redigido pelo ex-Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim (2003-2010), defende uma reforma substancial do Conselho de Segurança, tendo em vista a nova distribuição global de poder, assim como uma representação geográfica mais equitativa. O segundo, redigido pelo ex-Secretário de Negócios Estrangeiros do  México, Jorge Castañeda,  sustenta que as potências emergentes ainda não estão preparadas para assumir um assento permanente no Conselho.</p>
<p>Os argumentos apresentados por Amorim são os seguintes. Em primeiro lugar, ele chama a atenção para o fato que o mundo vive um momento de redistribuição internacional do poder econômico. O Brasil, por exemplo, tem o hoje um produto interno bruto (PIB) equivalente ao da França e ao da Inglaterra e em breve ultrapassará esses países em termos de riqueza e produção. O segundo argumento de Amorim em favor da inclusão do Brasil como membro permanente do Conselho é o da legitimidade. Segundo o diplomata brasileiro, a reforma do CSNU é uma condição importante para tornar as deliberações do órgão respeitadas mundo afora. Um terceiro argumento apresentado por Amorim baseia-se no fato de que o Brasil é um interlocutor capaz de dialogar com todos os atores. Ele ressalta, por exemplo, que o governo Brasileiro recebeu, em um mesmo mês de 2009, o presidente de Israel, o presidente da Autoridade Palestina e o presidente do Irã. Este argumento tem a ver com o fato de que o Brasil é um país multicultural, o que lhe concede uma base plural favorável ao diálogo internacional. Finalmente, Amorim ressalta a influência regional e mundial do Brasil, chamando atenção para o fato de que vários países da América Latina o seguiram quando o governo brasileiro reconheceu o Estado palestino.</p>
<p>Em resposta ao artigo de Amorim, Jorge Castañeda defende que as potências emergentes não estão prontas para assumir um posto de primeira ordem. De acordo com o ex-Secretário mexicano, tais países ainda não são capazes de projetar seus poderes no nível internacional, ressaltando que, se por um lado as potências emergentes têm um poder econômico indiscutível, no plano político seu poder é menos evidente. Um outro argumento apresentado por Castañeda é que as potências emergentes não compartilham, com as potências tradicionais, os mesmos valores democráticos e liberais. Segundo ele, tais potências não têm o mesmo comprometimento com organizações internacionais e com a defesa dos direitos humanos.</p>
<p>Os argumentos expostos por Castañeda podem ser classificados em duas correntes teóricas. Em primeiro lugar, trata-se de uma perspectiva neoconservadora, segundo a qual as potências tradicionais, e sobretudo os Estados Unidos (EUA), são portadores de valores universais e têm a missão de fazer valer tais valores mundo afora. Francis Fukuyama, um dos maiores ideólogos do neo-conservadorismo, sustenta que a democracia deve ser imposta aos países não democráticos. Inspirada na teoria da paz democrática, segundo a qual países democráticos não entram em guerra entre eles, a administração Bush (filho) invadiu o Iraque em nome da democracia e dos valores liberais. Os argumentos apresentados por Castañeda podem, sem dificuldade, ser refutados empiricamente. Em primeiro lugar, os EUA violaram constantemente os Direitos Humanos durante a administração Bush (filho), especialmente no quadro da Lei Patriótica. A prisão de Guantânamo e os sequestros executados fora do território americano tornaram-se inclusive objeto de ação judicial por violação dos Direitos Humanos. Outro exemplo: os EUA entraram em guerra contra o Iraque à revelia da decisão do Conselho de Segurança. Muitos outros exemplos podem ser dados no sentido que as potências tradicionais não possuem monopólio sobre princípios morais universais.</p>
<p>A segunda corrente teórica na qual os argumentos de Castañeda podem ser enquadrados é o realismo periférico, formulado pelo acadêmico argentino Carlos Escudé. Segundo Escudé, os países da periferia devem aceitar essa condição e adotar uma política externa submissa aos interesses das grandes potências. Considerando que o senhor Castañeda foi, entre 2000 e 2003, Secretário dos Negócios Estrangeiros do México, talvez não seja por acaso que este país tenha perdido, ao longo das duas últimas décadas, sua importância relativa no plano regional.</p>
<p>Uma das qualidades mais importantes de um Ministro das Relações Exteriores é o de compreender o mundo e as mudanças que estão em curso na cena internacional. O Barão do Rio Branco é frequente lembrado por esta qualidade. Neste sentido, os argumentos de Amorim refletem uma compreensão lúcida das transformações pelas quais o sistema internacional tem passado.</p>
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		<title>Declínio Americano, Mudanças Globais e Multipolaridade</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:30:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um artigo recente, Fareed Zakaria, ex-editor da <em>Newsweek</em> e atual âncora da CNN, defende que os Estados Unidos (EUA) estão perdendo seu poder relativo  face à ascensão de outros Estados. Baseado na tese do historiador Mancur Olson, Zakaria sustenta que os EUA passam neste instante por uma fase de declínio, tal como a Grã-Bretanha após a Segunda Guerra Mundial. A ideia fundamental que subjaz os argumentos de Zakaria é que o sucesso dos EUA durante o período pós-Guerra levou este país à paralisia – ou, para usar a expressão de Zakaraia, à esclerose.</p>
<p>Embora reconheça que os EUA ainda estejam à frente em vários setores, como no de tecnologias da informação, de biotecnologia e de nanotecnologia, Zakaria ressalta que as instituições políticas americanas passam por um período de completa imobilidade. Neste ponto, ele é corajoso não somente por questionar a eficiência do governo americano, mar principalmente por afirmar que a Constituição americana, considerada nos EUA como um documento sagrado, está desatualizada.</p>
<p>Além dos aspectos políticos, Zakaria ressalta os aspectos econômicos e sociais. A partir de dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), ele mostra que os EUA estão ficando para trás em áreas como infraestrutura, expectativa de vida e saúde pública. Outro problema sério nos EUA é o índice de criminalidade, que é bastante elevado comparativamente aos outros países membros da OCDE. No que diz respeito à economia, os déficits comercial e fiscal, assim como o volume da dívida, representam desequilíbrios macroeconômicos graves, e de difícil solução no curto e médio prazos.</p>
<p>Em resposta ao artigo de Fareed Zakaria, Josef Nye, professor na Universidade Harvard e ex-conselheiro do ex-presidente americano Bill Clinton (1993-2001), argumenta que os EUA passam regularmente por períodos de pessimismo. Segundo Nye, não é a primeira vez que se fala do declínio do poder americano. Trata-se de uma visão pessimista que se repete ciclicamente.</p>
<p>Nye ressalta que os EUA ainda se encontram em primeiro lugar em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e em quarto lugar no que diz respeito ao índice de competitividade, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial (FEM). Quanto ao aspecto político, Nye chama atenção para o fato de que os Pais Fundadores dos EUA criaram um sistema político de verificação e revisão (<em>checks and balances</em>). Portanto, se por um lado o governo americano e as instituições políticas em geral encontram-se enferrujadas, por outro o sistema possui mecanismos para melhorar essa situação. Em resumo, Nye sustenta que os EUA ainda mantêm sua liderança na cena internacional.</p>
<p>O argumento de Fareed Zakaria tem o mérito de colocar a discussão sobre a mesa. Nye tem razão ao lembrar que não é a primeira vez que se afirma que os EUA estão em um processo de decadência. Mas a questão levantada por Zakaria é legítima: desta vez é para valer? Alguns elementos apontam para uma resposta positiva a essa pergunta.</p>
<p>Primeiramente, os desequilíbrios macroeconômicos americanos são muito sérios. A Comissão Orçamentária do Congresso americano estima que o déficit fiscal deste país em 2010 foi da ordem de US$ 1,3 trilhões, equivalentes a 9% do PIB. Este valor ultrapassa o PIB do Brasil, por exemplo. O déficit comercial, no mesmo ano, foi de US$ 497 bilhões, enquanto a dívida ultrapassou a casa dos 14 trilhões, ou seja, quase o valor do PIB americano.</p>
<p>Em segundo lugar, os EUA passam, efetivamente, por uma fase de retrocesso social. Existe nos EUA uma mentalidade de aversão ao governo. Essa mentalidade, somada à crise de 2008/2009, resultam em uma diminuição substancial dos gastos públicos. Em terceiro lugar, a crise econômica americana propiciou o surgimento de movimentos políticos reacionários, como o Tea Party.</p>
<p>Em suma, a tese defendida por Zakaria sobre a ascensão do resto do mundo é bastante pertinente. Entretanto, ao contrário da visão americana, as mudanças globais podem ser benéficas, pois podemos estar caminhando em direção a um mundo multipolar e multilateral.</p>
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		<title>BRIC e IBAS: Duas Coalizões Emergentes</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 21:46:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esta semana foi marcada por dois importantes acontecimentos diplomáticos: a 2ª Cúpula do IBAS (Índia, Brasil e África do Sul) e a 4ª Cúpula do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que ocorreram nesta quinta-feira dia 15 de abril de 2010 em Brasília. O saldo destes eventos pode constituir mais do que declarações de amizade, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=114&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana foi marcada por dois importantes acontecimentos diplomáticos: a 2ª Cúpula do IBAS (Índia, Brasil e África do Sul) e a 4ª Cúpula do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que ocorreram nesta quinta-feira dia 15 de abril de 2010 em Brasília. O saldo destes eventos pode constituir mais do que declarações de amizade, caso os acordos ali estabelecidos sejam efetivamente levados a acabo. Entre as medidas conjuntas celebradas na ocasião, as seguintes merecem destaque:</p>
<p>1. Brasil e China assinam um &#8220;Plano de Ação Conjunta&#8221; envolvendo diversas áreas incluindo energia e agricultura;</p>
<p>2. Brasil, Índia e África do Sul assinam acordo prevendo a construção conjunta de dois satélites;</p>
<p>3. Brasil, Rússia, Índia e China assinam acordo para utilização de moedas locais nas transações comerciais entre estes países;</p>
<p>4. Brasil, Rússia, Índia e China assinam declaração conjunta alertando para a importância da reforma das instituições de Bretton Woods (Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial).</p>
<p>Embora a sigla tenha sido cunhada pelo gigante americano das finanças Goldman Sachs, em um relatório da instituição redigido pelo chefe de pesquisa econômica global Jim O&#8217;Neill, e publicado em 2001,  o BRIC ganha força política no contexto da rodada de Doha, no quadro das negociações comerciais da OMC, quando é criado o G3, formado pelas principais potências emergentes que ali estavam sobre a mesa de negociações (China, Índia e Brasil).</p>
<p>As duas cúpulas representam um esforço para dar coerência a uma coalizão  dos principais países emergentes, cujos interesses nem sempre coincidem  uns com os outros.  A China está preocupada em abrir os mercados globais para seus produtos industrializados, o  Brasil quer exportar produtos agrícolas principalmente para os mercados americano e europeu, e a Índia está mais interessada no setor de serviços. A assinatura de tais acordos é importante no sentido de dar coerência política aos dois grupos, os quais refletem a nova distribuição de poder econômico no sistema internacional.</p>
<p>Pelo visto, depois da formalização do G20 como o fórum dos grandes ampliado, quando do encontro deste grupo em abril de 2009 em Londres, o BRIC e o IBAS começam a atuar como um contra-peso ao G7/G8. Eis que nos encontramos em uma nova fase da globalização!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/114/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=114&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Plano Volker e Crise Financeira na Grécia</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 04:48:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na quinta-feira 21 de janeiro o governo Obama aprova uma série de medidas que, se aprovadas pelo Congresso, tornarão a reforma do setor financeiro americano mais rigorosa.  O próprio presidente batizou estas medidas de &#8220;Plano Volker&#8221;, em alusão ao ex-presidente da Federal Reserve (Fed), Paul Volker. No dia 11 de dezembro de 2009 uma primeira versão da Lei de Regulação,  que estabelece as diretrizes da reforma, foi apresentada pelo atual secretário do Tesouro, Timothy Geythner. O teor moderado desta primeira versão, no entanto, aos poucos perdeu lugar para uma versão mais rigorosa, defendida principalmente por Volker, que integra o Conselho Econômico do presidente da República. Após obter o apoio de atores importantes do mercado financeiro, como John Reed, ex-presidente do Citigroup, e Mervin King, ex-presidente do Bank of England, Paul Volker ganhou mais influência na administração Obama. O próprio presidente recomendou que Timothy Geithner e Lawrence Summers (este último presidente do Conselho Econômico) se reunissem com Volker a fim de chegar a um ponto comum e elaborar um texto definitivo do Executivo, que será encaminhado ao Legislativo.</p>
<p>Nesta mesma semana, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, defendia em Davos (Suíça), na ocasião do Fórum Econômico Mundial, diante de um público bastante próximo aos grandes bancos e fundos de pensão, uma reforma do sistema financeiro internacional com ênfase na regulação dos fluxos de capitais. Mesmo os executivos do setor financeiro, presentes em Davos, reconhecem que a pressão política é forte e que não é possível contornar uma reforma do sistema financeiro.</p>
<p>Esta perspectiva ganhou força no último dia 10 de fevereiro (quarta-feira) quando a Grécia sofre uma forte crise financeira, com riscos de contaminação em Portugal e na Espanha. A crise financeira gerou uma crise política entre o governo grego e a União Européia, após o Primeiro Ministro grego ter feito fortes críticas aos parceiros europeus. França e Alemanha negociam o apoio à Grécia, mas a Chanceler Alemã, Angela Merkel, exige do governo grego um programa de recuperação baseado na austeridade fiscal, como recomenda a filosofia econômica neo-clássica, durante muitas décadas adotada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Pelo andar da carruagem, as reformas do setor financeiro americano e do sistema financeiro internacional deverão ser postas em prática antes mesmo do que imaginavam os mais céticos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/106/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=106&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O G20, o Banco do Sul e a Nova Ordem Econômica Internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 01:23:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O encontro do G20, grupo que reúne as maiores economias mundiais mais a União Européia (UE), em Pittsburgh, Estados Unidos (EUA), nesta sexta-feira dia 25 de setembro formalizou o que já era fato: a nova distribuição de poder na economia internacional. Doravante o G20 substitui oficialmente o G8 como fórum deliberativo para assuntos de ordem política e econômica em nível mundial. Três pontos de pauta estão na ordem do dia: manutenção dos programas de estímulo econômico a fim de superar a recessão; criação de normas de regulação financeira internacional e a reforma das cotas no Fundo Monetário Internacional (FMI). Destes três pontos, apenas o primeiro apresenta viabilidade prática e imediata. É pouco provável que os dois outros se tornem realidade em um futuro próximo. As discussões em torno de uma possível cooperação monetária e financeira entre os países ainda permanecem em um nível demasiadamente retórico. Ainda não há, em outras palavras, uma agenda multilateral para negociar este assunto. No que diz respeito à distribuição das cotas do FMI, embora este já seja um velho assunto e ponha em questão a própria credibilidade do Fundo, não é provável que ela seja incluída na lista de prioridades da instituição.</p>
<p>Os resultados do encontro de Pittsburgh foram menos animadores do que aqueles do encontro de Londre em abril. A regulação financeira e a reforma do FMI são condições sine qua non para a estabilidade e o reequilíbrio da economia internacional. A crise de 2008/2009 pode não ter sido senão um prelúdio do colapso efetivo da economia mundial.</p>
<p>Enquanto a regulação financeira e a reforma do FMI permanecem no âmbito da retórica, seis países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, Paraguai, Uruguai e Venezuela) assinaram, no mesmo final de semana em que ocorreu o encontro do G20, por ocasião da cúpula de países da África e da América do Sul, o acordo de criação do Banco do Sul, que substituiria em parte outros organismos internacionais, tais como o Banco Mundial (BM), o Banco Interamericano para o Desenvolvimento (BID) e o próprio FMI. Segundo o presidente da Venezuela Hugo Chávez, o Banco terá um capital inicial de US$ 7 bilhões, sendo US$ 6 bilhões depositados por Argentina, Brasil e Venezuela.</p>
<p>A despeito do risco do referido Banco se tornar mais uma organização de fachada, como sói ocorrer do lado debaixo da linha do Equador, o projeto por si demonstra que os países estão buscando alternativas regionais para evitar a dependência com relação aos organismos financeiros tradicionais. Se não houver um esforço no sentido de reformar o FMI, além de perder sua legitimidade, ele corre o risco de perder sua relevância.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/102/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=102&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Unasul Ressalta Desentendimento Político na América do Sul</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 17:08:31 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira 28 de agosto os presidentes dos países da América do Sul reuniram-se na Cúpula da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), tendo como principal ponto de pauta a instalação de bases norte-americanas em território colombiano. A despeito do objetivo principal do encontro e do título que leva o referido fórum, o evento foi marcado mais pela dissensão do que pela união. Os discursos do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e de seu homólogo equatoriano, Rafael Correa, não ajudaram a atenuar as tensões diplomáticas entre estes dois países e o vizinho colombiano. As relações entre os três países tornou-se mais delicada após o governo de Álvaro Uribe ter executado uma operação contra o grupo guerrilheiro Forças Armadas Colombianas (Farc) supostamente em território equatoriano. Desde então, o presidente colombiano vem sendo alvo de acusações de Chávez e Correa.</p>
<p>A despeito do insucesso do encontro em termos de entendimento continental, a declaração final estabelece como princípio a não ingerência externa em assuntos sul-americanos, o qual poder-se-ia batizar de princípio da soberania continental. Estabelecido em sua forma cabal em 2008, prevendo inclusive a criação de um Banco do Sul e um Conselho de Defesa Sul-Americano, a Unasul deu um novo alento ao processo de integração regional, unindo os dois blocos econômicos mais importantes da região: o Mercosul e a Comunidade Andina de Nações (CAN). Ao universalizar a representação dos países da América do Sul, a Unasul dá início à construção de um verdadeiro sistema de Estados sul-americanos, constituindo não somente um bloco econômico continental, mas um fórum político regional.</p>
<p>Retóricas radicais e acusações, ao invés do diálogo razoável e moderado, não contribuem para o entendimento político e para a integração econômica. Pelo contrário, perpetuam velhos ressentimentos e individualismos. A continuar por esta via, a Unasul será mais um caso de bloco de fachada, como já visto por estas bandas do Hemisfério Sul. O Brasil deve exercer um poder moderador no Continente, e a Unasul pode constituir uma ferramenta institucional útil neste sentido.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/96/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=96&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mercosul, Sino-Transnacionais e o Fim do Dólar como Moeda Internacional</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 20:16:02 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois fatos aparentemente desconexos, mas com motivações comuns, indicam uma tendência no sistema econômico internacional que poderá mudar, a médio prazo, sua configuração. Por ocasião da 37ª reunião do Conselho do Mercado Comum, que reúne os chefes de Estado dos países membros do Mercosul (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela) mais o Chile e a Bolívia, foi anunciada a adoção das moedas locais no sistema comercial do Bloco. Pretende-se com isso substituir gradualmente o dólar como moeda de transação. Brasil e Argentina já usam suas moedas locais para intercâmbio comercial desde 2008, agora Paraguai e Uruguai passarão a adotar esse sistema, tornando-o padrão no âmbito do Mercosul.</p>
<p>Nesta mesma semana o governo chinês declarou que intensificará suas operações de aquisições de ativos estratégicos no exterior. Este fato, além de evidenciar que a internacionalização corporativa da economia chinesa só está começando, aponta também para o papel do Estado nesse processo. Efetivamente, a internacionalização das empresas chinesas, que aos poucos se tornam grandes companhias transnacionais, são o resultado de um amplo programa governamental que, a partir de agora, empregará recursos da imensa reserva internacional de divisas de que dispõe a China, cerca de US$ 2 trilhões em títulos do Tesouro americano. Esta é uma estratégia interessante, pois além de fortalecer a China na economia internacional com suas corporações, muitas delas estatais, o governo chinês pode se livrar aos pouco, de uma maneira rentável e produtiva, da quantidade enorme de dólares que o país possui. Esta medida faz ainda mais sentido quando se leva em conta a avaliação de autoridades chinesas de que o dólar tende a perder seu espaço enquanto moeda internacional, medida aliás reivindicada constantemente pelo próprio governo chinês.</p>
<p>O que há de comum entre os dois fatos supracitados é a paulatina substituição do dólar nas transações comerciais e financeiras internacionais. Esta é uma tese cada vez mais defendida inclusive dentro dos Estados Unidos (EUA), como demonstram as declações do senador republicano Ron Paul, feitas em várias ocasiões. Os gigantescos desequilíbrios macroeconômicos americanos prejudicam a credibilidade do dólar que, se acrescentado o fator inflacionário, dificilmente mater-se-á em sua posição de moeda internacional. A China e o Mercosul se antecipam.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/89/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=89&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A China, o Brasil e a Reforma do Sistema Financeiro e Monetário Internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 02:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>datamundi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira 9 de julho, durante a cúpula do G8, grupo que reúne as sete nações mais industrializadas (EUA, Japão, Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Canadá) mais a Rússia, na cidade de L&#8217;Aquila, Itália, o conselheiro de Estado chinês, Dai Bingguo, que representava seu governo durante a reunião, critica, diante dos líderes dos países que integram o grupo, o papel dominante do dólar americano enquanto moeda de reserva global. Esta não é a primeira vez que o governo chinês questiona o papel do dólar no atual sistema econômico internacional. No final do mês de março, antes da reunião de cúpula do G20 em Londres, o presidente do Banco Popular da China, Zhou Xiaochuan, havia proposto, como um dos pontos para a reforma do sistema financeiro e monetário internacional,  a substituição do dólar por uma cesta de moedas fortes (dólar, euro, libra, yen). O conselheiro chinês também propôs maior regulação no sistema de reservas internacionais.</p>
<p>A China possui cerca de US$ 2 trilhões em títulos do Tesouro americano, conhecidos como T-bonds. Após a crise financeira global, o governo chinês passou a preocupar-se com a segurança de suas reservas, principalmente quando se leva em conta a situação macroeconômica dos EUA: US$ 699 bilhões de déficit comercial, US$ 731 bilhões de déficit em conta corrente e US$ 369 bilhões de déficit orçamentário. Esta situação põe a China em uma posição privilegiada para a negociação da reforma do sistema financeiro internacional, e ela tem feito valer seu status de detentora da maior reserva monetária do mundo.  A China já é um ator econômico de primeira ordem no cenário internacional, e a voz do governo chinês tem sido cada vez mais ouvida nos fóruns internacionais. Embora não tenha os mesmos trunfos que o gigante oriental, o Brasil deveria seguir o exemplo da China e ter uma proposta própria de reforma do sistema financeiro e monetário internacional a ser apresentada na próxima reunião do G20, que ocorrerá nos dias 24 e 25 de setembro na cidade de Pittsburgh, EUA, ao invés de simplesmente seguir as propostas formuladas por outros governos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/82/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=82&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>GM, Chrysler e Hummer: as Novas Tendências da Economia Global</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 19:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>datamundi</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante esta semana três eventos envolvendo o setor automobilístico americano são sintomáticos da nova configuração econômica internacional. A fabricante General Motors (GM) entregou, no dia 1º de junho de 2009, seu balanço ao tribunal de falências de Nova York. O governo americano declarou, no mesmo dia, que com a nova estrutura da empresa, o Estado deteria cerca de 60% do capital da companhia. Em suma, um dos grandes símbolos da economia americana se tornaria uma empresa estatal. Na sexta-feita seguinte (7 de junho), a justiça americana determina que as ações da Chrysler, outro peso pesado da indústria automotiva americana, serão divididas entre o Estado americano, o fundo de pensão do sindicato dos trabalhadores da indústria automobilística de Indiana, e a fabricante italiana Fiat. Mais uma vez, o Estado americano se faz presente. Ainda na mesma semana, a companhia Hummer, pertencente à GM , é vendida a uma empresa chinesa, a  Sichuan Tengzhong Heavy Industrial Machinery Company. Os utilitários Hummer, amplamente usados pelas forças armadas americanas, fazem parte de uma lista cada vez mais longa de casos em que firmas de países desenvolvidos são adquiridas por firmas de países em desenvolvimento.</p>
<p>Os eventos da semana que passou apontam para as novas tendências na distribuição do poder econômico mundial, que desde o fim da década de 1990 desloca-se, paulatinamente, do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul, seja do ponto de vista comercial, seja do ponto de vista produtivo. A nova configuração econômica internacional já é uma realidade, ainda que não seja formalmente reconhecida pelos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), especialmente Estados Unidos (EUA), Japão, França, Inglaterra e Alemanha, que formam o grupo mais influente dos países desenvolvidos, o G5. Resta saber até quando estes países terão condições de reter as novas tendências globais.  Outro aspecto interessante dos eventos descritos no parágrafo anterior é a forte presença do Estado na reestruturação e na recuperação da economia americana. Os detratores do capitalismo de Estado deveriam olhar mais atentamente para os fatos que ocorrem no seio do território americano.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/datamundi.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/datamundi.wordpress.com/76/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=datamundi.wordpress.com&amp;blog=5019739&amp;post=76&amp;subd=datamundi&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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